Resortões ou Pousadinhas.
Quando encontro com alguns amigos e eles me perguntam: “por que
você não foi ainda para os Estados Unidos?”, “Por que você não viaja com
agencias?”, ou: “quanto custa uma viagem para a Europa?”, eu sempre respondo:
tudo é questão de escolha, por isso, todas as questões dependem de gosto,
dinheiro e do que você pretende fazer, respectivamente.
O tema a ser abordado neste post é: qual a melhor escolha, resortões ou pousadinhas, também tem
a mesma resposta: depende.
Esses dias aproveitamos um feriado
municipal e rumamos para o Village Pratagy beach Resort em Maceió-AL.
Lá
encontramos tudo que um resort tem a oferecer: pulseirinhas de identificação,
piscinas enormes de adulto e de criança, espreguiçadeiras espalhadas com guarda-sóis
por toda parte, lojas de suvenir e micro mercado, equipe de lazer tentando
animar os hóspedes e acompanhando as crianças, pequena academia, quadra de
vôlei de praia, bar da piscina, uma boa área para refeições, quartos grandes e
confortáveis e outras pequenas coisinhas, que só esses grandes empreendimentos
têm.
Olha só que ideia
legal para não levar areia da praia para as suas acomodações.
Ué, se você tem todo conforto
possível nesses grandes hotéis, não existe a menor dúvida de que é melhor ficar
hospedado nele do que em pequenas pousadas que só lhe oferecem um café da manhã
e um bom quarto para descansar, não é?
Aí, amigo leitor, é que você se
engana. E é aí que o blogueiro viajante entra. A resposta é: DEPENDE.
Depende do seu perfil do viajante.
Se você é daqueles que gosta de conhecer bem o lugar para onde vai, bater perna
o dia todo, experimentar a comida local, visitar museus, voltar para o hotel para
tomar uma ducha e voltar para a rua e curtir a noitada, lá vai a primeira dica
do Blogueiro: Você, amigo leitor, deveria escolher uma pousadinha bem localizada,
pagar menos na diária e não ter que desembolsar ainda mais grana no transporte,
seja de transfer, taxi, carro
alugado, metrô ou ônibus.
Agora, se você é daqueles que só
quer ficar lagarteando, ou seja, ficar o dia todo andando da espreguiçadeira da
praia para a espreguiçadeira da piscina, de preferência com um copo de cerveja
ou uma taça de Dry Martini ou de espumante na mão, ou se tiver crianças e não
quer se preocupar com elas, ou ainda se quiser curtir com elas igual aos pais
da Eloíza que neste momento estavam cantando “Meu pintinho amarelinho”, aí, por
óbvio, a dica do blogueiro é: pague mais e vá correndo para um resort, que
normalmente é afastado dos grandes centros exatamente para o hóspede ficar
isolado do mundo.
Independentemente do seu perfil de
viajante, o importante é: vá viajar e seja feliz!
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