segunda-feira, 1 de julho de 2013

Amsterdam



Amsterdam é sinônimo de liberdade.



Lembra-se daquela máxima que escutamos nos filmes americanos: “Esse é um país livre”? Pois bem, isso também se aplica à Holanda, mais especificamente à sua capital Amsterdam, onde parece que tudo é permitido, pois a maconha é livremente consumida nos coffee shops ­– um tipo de bar onde se vende essa erva. Esses bares, que não são poucos, estão espalhados por toda a cidade e repletos de turistas e residentes que gostam da cultura difundida por Bobby Marley.



 O uso da cannabis também é permitido em via pública, não é difícil sentir seu cheiro andando nas ruas e nos parques da cidade. Ela é vendida até no Mercado das Flores, no centro da cidade, e mesmo assim não vimos nada parecido com uma situação de criminalidade, nada mesmo. 

 

 Nos dias em que estivemos por lá percebemos que a cultura da maconha é tão forte que eles vendem de tudo com essa temática: roupas, bonés, calçados e até doces. Quase trouxemos uns pirulitos verdes que o vendedor garantiu que não era alucinógeno e que só tinha o sabor de maconha, mas resolvi não arriscar, porque dar explicações não é o meu forte, sobretudo se for à Polícia Federal.
Sexo é outro tema livre por lá, porque além de existirem diversos sex shoppings com vitrines repletas de artigos pornô que dividem espaço com as outras lojas normais, existem também as profissionais do ramo que mostram todos os seus dotes nas vitrines que ficam  localizadas no distrito vermelho conhecido mundialmente, principalmente pelos jovens europeus que pareciam estar se divertindo vendo as prostitutas todas vestidas com um biquíni que refletia a luz neon dentro das suas vitrines alugadas. Essas profissionais do sexo têm sua profissão reconhecida, assim, se trabalham e pagam impostos, nada mais natural que possam receber aposentadoria no futuro, tudo muito simples e normal em Amsterdam.


Estávamos pensando: se em Amsterdam tem sexo, drogas, só faltou o rock in roll, esse, sinceramente, não ouvimos. O que ouvimos de forma sonora foi a música do Gustavo Lima e outras do Gênero que soavam de dentro das lanchas alugadas pelos turistas, na maioria Italianos, que circulavam dentro dos canais bebendo as famosas cervejas holandesas, na hora do aperitivo ou happy hour, uma prática diária que acontecia das seis horas até o sol descansar e ele só estava cansado próximo das onze horas. Agora imagina como isso é louco para nós que estamos acostumados a ver o anoitecer às seis e meia.

A dica do Blogueiro é: não seja preconceituoso quando for a Amsterdam, tenha a mente aberta. Conhecer novas culturas requer um certo desprendimento das nossas amarras. Não estamos dizendo que você precisa fumar maconha, pagar uma prostituta, ou andar bêbado de madrugada, o que queremos dizer é que o mundo tem culturas, povos e costumes diferentes, e se você não está preparado para conviver com isso, infelizmente vou dizer pela primeira e última vez, não vá viajar. Mas se tem educação suficiente para observar, respeitar e conviver com outra cultura, digo e continuarei dizendo, vá viajar e seja feliz!

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